domingo, 15 de março de 2015

No Descer do Trono...


Desceu de onde nunca deveria ter permanecido,
Um trono envolto de ilusões...
A descida foi repentina, o manual não foi lido.
Agora que estás na lama, quer dar explicações.

É! Mas restaram os tesouros...
Jóias, luxo, muito dinheiro.
Tudo saqueado do trono,
Por muito tempo, por muitos janeiros...

Eu que estou aqui, abaixo do trono,
Vi tua queda fenomenal.
Quando tu caíste ouvi um estrondo,
Foi um evento sensacional.

Esperei pela tua queda,
Como o caçador na espera.
Como fogo ardente, labaredas...
Com a sede que eu sempre tivera.

Uma sede de justiça,
Que agora quero fazer valer.
E agora que caíste,
Não sei o que fazer!




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